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Visão geral do curso
Neste curso, você vai aprender a usar a Instrução e Intervenção Baseada em Pares (PBII) de forma estruturada para ensinar sistematicamente pares com desenvolvimento típico a envolver alunos com TEA em interações sociais positivas e significativas. Essa prática é fundamental para superar dificuldades de reciprocidade social e promover a inclusão em ambientes naturais.
Você vai aprender:
- Quais são os seis tipos de PBII (Modelação por Pares, Treinamento de Iniciação de Pares, Treinamento Direto, Redes de Pares, Apoio dos Pares e Grupos Estruturados) e como aplicá-los de acordo com a faixa etária.
- Como identificar os momentos e atividades na rotina escolar em que as interações sociais ocorrem naturalmente (como pequenos grupos de trabalho, recreio, jogos ou transições).
- Como selecionar e recrutar os pares ideais para a intervenção, observando características como boas habilidades sociais e de linguagem, obediência a orientações e frequência escolar regular.
- Como estruturar e conduzir sessões de treinamento para os pares, ensinando-os a usar roteiros (scripts) e praticando por meio de ensaios (role-play).
- Como fornecer apoio contínuo, conduzir reuniões semanais de resolução de problemas e dar feedback aos pares e ao aluno com TEA durante o processo.
Para quem é:
- Professores da educação regular e educadores especiais.
- Profissionais de apoio escolar.
- Terapeutas e outros profissionais que atuam em ambientes educacionais e comunitários.
Ao final do curso, você será capaz de:
- Planejar intervenções mediadas por pares, selecionando as estratégias mais adequadas para apoiar os alunos com TEA em interações significativas.
- Treinar alunos sem deficiência para iniciar interações, responder, manter conversas, revezar turnos e incluir os colegas com TEA nas atividades.
- Implementar a PBII na prática, designando o número correto de pares para o aluno (seja um único colega ou uma rede de 4 a 6 alunos) e fornecendo os apoios visuais ou roteiros necessários.
- Monitorar o progresso do aluno com TEA por meio de formulários de notas anedóticas e de monitoramento de frequência, avaliando também a diminuição da necessidade de dicas/ajudas de adultos.
- Analisar os dados coletados para determinar se a intervenção está funcionando e tomar decisões baseadas em evidências sobre os próximos passos.